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domingo, 21 de setembro de 2008

Natural Dog Care: Capítulo 4 - Parte IV

A última parte do capítulo quatro. Espero que gostem.

TERAPIAS DA MENTE E DAS EMOÇÕES

Relaxamento

Quando se está relaxado o organismo funciona melhor do que quando estressado. Recompensar o cão quando apresentar um comportamento relaxado o incentiva a ser calmo, levando-o a ter um melhor funcionamento do organismo. Acho que é por isso que a Suzie é tão sossegada... a gente sempre a incentivou a ser calma e relaxada.
Checklist
· Providencie exercícios diários ao cão. Com certeza! Bom não só pra ele, como pra nós também.
· Faça brincadeiras com seu cão que estimulem o lado mental e físico dele. O adestramento é uma ótima pedida. Não tem o que fazer com seu cão em dias chuvosos? Brinque de aulas de obediência, truques, procurar petiscos (ou brinquedos e pessoas) pela casa. A diversão nunca acaba e, no fim, ambos, dono e cão, estarão cansados e felizes.
· Pratique as técnicas de relaxamento e sempre recompense o cão quando este respirar de forma relaxada e estiver calmo.
· Deixe seu cão dormir em paz, não o interrompa. Você gosta de ser interrompido quando dorme? Pois é, nem seu cão.
· Mude os exercícios do cão de acordo com sua idade e habilidade. Um cão velhinhos não pode correr ao lado da bicicleta por horas a fio. Cuidado!
· Proporcione exercícios mentais, como procurar um objeto, para cães mais velhos ou convalescentes.

Exercício e Descanso

Tanto os exercícios como o descanso são importantes. Os exercícios porque fazem o organismo trabalhar melhor, como já sabemos: melhora o aparelho cardio-respiratório, aumenta a flexibilidade e a resistência física etc e tal. O descanso porque é quando o organismo proporciona o crescimento muscular e dos ossos (nos filhotes) e reorganiza as células musculares depois do exercício (por isso a musculatura cresce). É basicamente isso, fora os sonhos, já que ele fala que os animais também sonham.
Suzie deve ter sonhos bem legais: algumas vezes abana o rabinho quando sonha.

Aromaterapia e "Ferormônioterapia"

A influência do odor no comportamento canino é forte. Um dos parentes mais próximos do cão, o lobo da Etiópia, coordena o cio na matilha através do odor. O conceito de influenciar o relacionamento corpo-mente do cão usando mensagens odoríficas vem ganhando popularidade nos últimos tempos. Quando se imita os odores naturais, estas terapias podem modificar o comportamento.

Outras Terapias

Essas outras terapias são:
- Músico Terapia – só há estudos com vacas. Elas produzem mais leite quando ouvem música clássica, como as sinfonias de Beethoven.
- Cromoterapia – não foi estudada em cães, mas em humanos é conhecida por estimular certas características, como alegria, calma, inteligência etc.
- Magnético Terapia – existem células magnéticas nos cérebros dos animais. Nos cães não se sabe sua função, mas nas aves migratórias têm a função de orientá-las no momento migratório. Assim elas não se perdem no meio do caminho.
- Cura Espiritual – isso é muito conhecido da gente. Quando temos fé, é quase certo que, pelo menos se não nos curarmos, nos sentiremos muito melhor conosco mesmo. Nos cães ainda não se sabe seu efeito.

Cuidados Terapêuticos

A medicina veterinária convencional e a complementar estão cada vez mais integradas, unindo-se uma à outra ao invés de serem completamente afastadas.
Antes do dono iniciar um tratamento em seu cão, ele deve antes perguntar “O que é melhor para ele?”, evitando assim que o cão venha a sofrer ainda mais.
Fala também um pouco de cães idosos e dos cuidados a se ter com eles. Por exemplo: ficar de olho nas calorias, quando treinar o cão, desde pequeno fazê-lo responder tanto a sinais quanto à palavras, dar mais banho no cão, porque cães idosos tendem a não ter tanta produção de óleo, escovar os dentes do cão etc. Desde que a Suzie chegou em casa escovo os dentes dela diariamente. Ela nunca teve (e nem tem) tártaro. Até o vet diz que os dentes dela são brancos como de filhote. Já escovou os dentes de seu cão? Aguarde matéria sobre o assunto.
Fala também que devemos respeitar os cães doentes, porque eles têm reações diferentes: alguns querem a companhia do dono, outros querem ficar sozinhos. Fala também da eutanásia, que deve ser aplicada somente em casos terminais, evitando o sofrimento extremo do cão.
Deixar o cão hospitalizado somente em último caso (precisa de ajuda para esvaziar a baxiga ou se ele requer monitoramento constante), porque isso estressa o cão.
Para reduzir os riscos de qualquer tipo de terapia, seja convencional ou complementar, pergunte ao veterinário:
· Qual a razão de se usar este tipo de terapia?
· Como ela funciona?
· Ela é realmente necessária?
· Quais as chances de sucesso?
· Existem efeitos colaterais conhecidos?
· Existem outras terapias parecidas com essa?
· Quais são os tratamentos alternativos reconhecidos?

Fim do capítulo 4. Depois eu começo a passar o 5º capítulo, também dividido em partes, senão fica muito grande.
Boa leitura!