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terça-feira, 28 de junho de 2011

Como exercitar um cão com dificuldade de locomoção - UPDATED

Seu cão tem problema de locomoção? Fica para trás durante os passeios? Ou demora bastante para se deitar ou se levantar? Está menos brincalhão ou ativo?

Ter um cão com problemas de locomoção ou nas articulações pode ser um desafio. É muito difícil para eles fazer atividades normais que precisem de movimento, então pode ser um desafio e tanto motivá-los a ser ativos e saudáveis. Abaixo algumas dicas de como exercitar um cão assim:

1. Mantenha uma rotina de exercícios diários para o cão: é muito fácil para um cão com problemas se tornar sedentário. Mantê-lo ativo todos os dias melhora sua saúde e vigor.

2. Tenha alguns brinquedos de cabo-de-guerra: correr e pular pode ser demais para ele, mas as brincadeiras de cabo-de-guerra proporcionam exercício sem impacto físico. Além de ser divertido, é um ótimo exercício, pois exercita muitos músculos.

3. Há escadas na sua casa? : Se ele consegue subir e descer, jogue bolinha de tênis (ou um brinquedo que ele goste) na escada, para ele buscar. É um exercício simples, feito em casa. Recompense-o com petiscos depois dele buscar a bolinha! Se o problema dele o impedir de subir e descer escadas, não se desespere: caminhadas ajudam a fortalecer a musculatura também.

4. Dança com cão (freestyle): A dança com cães, freestyle, é um ótimo exercício para cães nestas condições, inclusive displásicos. O que se deve evitar são os saltos, mas os outros movimentos (andar para trás, girar, ficar em pé, andar entre as pernas do condutor) são muito bem-vindos e melhoram a musculatura, além do aparelho cardiovascular. Fora que é super gostoso e eu recomendo (Suzie e eu dançamos bastante no quintal).

É importante manter seu cão com este tipo de problemas ativo através dos exercícios, mas há algo importante que deve ser feito também. Se seu cão tem mostrado sinais de problemas ou é predisposto a tê-los (raça, genética, manejo etc), uma nutrição balanceada pode, sim, fazer uma grande diferença.

Uma Alimentação Natural balanceada, própria para seu cão, pode fazer muito por ele. Se tiver interesse, o site do Cachorro Verde indica ótimas opções de dietas cruas, cozidas, especiais, etc. E fazem mesmo a diferença. Com suplementos que melhoram a flexibilidade, ingredientes frescos e que melhoram a musculatura, você ajudará muito o seu cão. E ele vai ficar mais ativo.

Outra dica importante é não manter o cão em pisos escorregadios e, se sua casa tiver locais assim, coloque tapetes ou algum piso antiderrapante.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

101 Things to do With a Box

Um vídeo caseiro mostrando uma das nossas brincadeiras favoritas: 101 thing to do with a box (que pode ser feita com qualquer coisa, não apenas com uma caixa, ok?!).

Os latidos agudos do vídeo são da Letícia, que ainda é o Fritz, da Dani... risos. Os ganidos são da Suzie mesmo. E eu queria, no fim, que ela interagisse com a caixa usando as patas. Ela conseguiu virar a caixa e ganhou uma super recompensa, mas não está no vídeo.

video
Espero que gostem.

PS: Para quem não sabe, estes exercícios cansam os cães. Portanto, são ótimos para aqueles dias chuvosos quando precisamos gastar a energia deles para que eles não destruam a casa.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Aniversário do Cachorro Verde

Domingo, dia 19 de Junho, era o dia mais esperado por mim: o aniversário do Cachorro Verde!

Lá fomos nós 4, seguidos pela Carol, da fofíssima Tequilla (que a Letícia quer sequestrar), às 9 da manhã, num dia perfeito (sol, tempo agradável) para Cotia, onde seria realizado o evento. Estávamos todos animados.

Chegamos lá por volta das 10:40 (tempo exato que o Google tinha dito!), bem no comecinho da festa. Suzie e Tequilla foram examinadas e liberadas pra brincar. No começo da festa Suzie correu, correu, correu e... cansou. Aí, nem brincou mais. Boba... risos. Tequilla era pura animação. Letícia foi a cachorrinha mais lembrada do evento... risos. Ela se divertiu à beça, tanto com os humanos quanto com os caninos da festa. Alugou nossos amigos Fowler e Tereza e Kátia e seu marido. Adorou os cães: Polly, Maya, Fritz, Laurinha, Google e, claro, Tequilla.

Revemos várias pessoas queridas que já conhecíamos e seus fofos peludos: Maria Fernanda (Lana e Bella), Sylvia e Vanessa (Corah, Maya e Polly), Camilli (criadora de Frenchies), Dani e Claus (Fritz), Fowler e Tereza (Pitucho, Laurinha e... esqueci), Carol (Tequilla), Sara e Leo (Google), além de conhecer muita gente bacana também: Fernanda (veterinária da Chacrinha) e família, Ana (Mãe de Cachorro), as meninas do Projeto Segunda Chance, a Kátia e seu marido (Tita), Dra. Gabi e muita gente bacana, tanto do pessoal que trabalha por lá, quanto dos convidados da festa.

Tudo gente do bem, preocupados com com o bem-estar dos seus peludos, se divertindo, uma paz muito bacana.

Num clima de festa, a comida estava muito boa e o bolo, sensacional! Este foi, realmente, uma obra de arte.

Foi simplesmente demais conversar com tanta gente bacana (apesar da timidez), passar momentos agradáveis com gente e peludo, levar lambidas de vários deles, afofar outros vários e ver a alegria da Letícia no meio de um monte de cães de vários tipos e tamanhos. Quem via nem imaginava que, há uns dois meses, ela ficava apavorada na presença de outros cães, coisa que ela não tinha.

Uma pena que o tempo para conversar com todos, conhecer todos era pouco. Mesmo ficando umas 5 horas na festa, não deu pra conversar com todo mundo do jeito que eu queria. Isso é até bom: fica-se com gostinho de "quero mais". E este é o desejo de todos nós: que tenham outros eventos do Cachorro Verde, que mais pessoas participem, que mais cães tenham a sorte de comerem Alimentação Natural, que esse conceito cresça e se espalhe.

Meninas, parabéns pela festa! Estava ótima! Com certeza foi meu presente de aniversário antecipado.

PS: Ao vir embora, as meninas capotaram no carro antes de chegar na Raposo Tavares. Ao chegarem em casa, depois de descansar, Lê ainda com pique pra brincar de correr e Suzie até participou, mas logo desmaiou, até ontem, quando nem passear ela quis. Hoje já está tudo de volta ao normal, nosso passeio longo e várias sessões de brincadeira e adestramento no quintal.

Agora, algumas fotinhos, com seu devido crédito. Deliciem-se!

Suzie no comecinho da festa, ainda com pique pra correr (foto by Carol Oliva)

Suzie e eu (by Carol Oliva)

Da esquerda pra direita: Vanessa, Sylvia, Carol Oliva, Letícia, eu, Luis (by Carol Oliva)

Letícia adotou a Tereza. Ficou um tempão conversando com ela. (by Fowler)

Laurinha. Todos queriam sequestrá-la, inclusive a Lê (by Fowler)

O dia foi assim: só sorrisos e felicidade, de humanos e cães (by Fowler)

O papo estava bom! (by Fowler)

Suzie, Tequilla, eu conversando com a Carol e Malina no colo (by Fowler)

Oh my God!!! Bolo lindo e delicioso (by Fowler)

As aniversariantes Van e Syl. PARABÉNS (by Fowler)

A marcha dos Goldens (by Fowler)
A festa foi ótima. Queremos mais!! (by Carol Oliva)
O que sobrou da Suzie depois do encontro (by me)

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Lidando com a Ansiedade de Separação

Há pouco mais de um mês nos mudamos pra uma casa. Com isso, todos teríamos de nos adaptar, inclusive a Suzie, já que para ela, esta não era a casa dela. Para os cães, isso é normal: eles não generalizam as coisas (ex.: sentar na cozinha não é igual sentar no parque no meio de um monte de gente e seus cães), então, não generalizam que aquele lugar onde eles estão é também a casa deles. Mudar implica nisso: temos que ter paciência com os peludos e ajudá-los a passar por essa fase, e não ficar nervosos.

Resultado: quando saíamos, por menor que fosse a saída, ela chorava, uivava, coisa que nunca havia feito no apartamento (ela destruía coisas, mas não fazia barulhos, coisa que foi contornada não muito dificilmente, bastou doses extras de exercícios e treinos de saída). Aqui, comecei a (re)treiná-la para se adaptar a ficar sozinha numa boa.

Comecei com os passeios (com a mudança e tudo que ela implica fiquei dois dias sem sair com ela na rua, só fazendo-a correr e brincar no quintal), de 40 minutos, intercalados com as brincadeiras, corridas e treinos no quintal. Ela ficava bem cansada e saíamos. Mas ainda assim, chorava. Não aceitava nem os petiscos, chegava a tremer quando nos via nos arrumando pra sair. O mais interessante é que, quando o Luis saía e, logo depois saíamos a Lê e eu, ela não chorava.

Além disso tudo, dessenssibilizei nossas saídas, fazendo o que chamam "falsas saídas". Colocava o sapato pra escovar os dentes; chacoalhava as chaves enquanto almoçava; punha a bolsa e ia lavar louça; vestia minhas calças jeans pra brincar no quintal; etc. Assim, ela encararia essas pequenas coisas como algo que "mamãe sempre faz, não somente quando vai sair sem mim".

Para me ajudar ainda mais no processo, dei (estou dando) florais para ela, um para ansiedade e outro para síndrome do abandono. Juntando a terapia floral, os treinos (pequenas saídas, voltando quando ela estava quietinha, recompensa etc), falsas saídas e (muito) exercício, em cerca de 10 dias ela já estava 100%. Exatamente como em Sampa. Não chora, não uiva e, quando chegamos em casa, vem nos receber na porta com uma cara de sono (depois de dormir na nossa cama) mas, ainda assim, totalmente amalucada, pulando feito cabritinha e indo deitar no pufe em seguida (como se não soubéssemos que ela estava na nossa cama... e que ela PODE ficar lá).

Meus ajudantes nesta empreitada (curta): livro Don't Leave Me, de Nicole Wilde e os próprios florais.

Agora, fica uma dúvida: isso foi obra minha ou a Suzie que é espetacular mesmo? Fico com a segunda opção =P