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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Etiqueta Canina: Parte I


Aqui segue uma série de reportagem que eu li esses dias na revista Metrópole, do jornal Correio Popular, de Campinas, SP. Não a colocarei na íntegra, mas as partes principais estarão aqui relatadas. Espero que gostem!


A decisão por ter um cachorro em casa vem acompanhada de responsabilidade e uma nova rotina. Tratar bem o animal não é redundância, mas condição essencial. A convivência entre proprietários e mascotes deve ser, acima de tudo, harmoniosa. Para isso, há uma “etiqueta canina” que, colocada em prática, em casa e na rua, expressa respeito pelo espaço alheio, preocupação com a segurança e a saúde e tranqüilidade para experimentar o que de melhor existe entre um cão, seu dono e todos os que eles encontram a caminho do passeio.

Cachorro não é gente e não sabe que está agindo errado por estragar um móvel, por exemplo. Mas nem todos os proprietários de cães pensam assim. A tendência à humanização dos animais merece crítica e reflexão.

O cão tem sentimentos, gosta de viver bem e, principalmente, de ser tratado como cachorro. Um ponto comum entre crianças e animais é a necessidade de limites claros. Os animais se tornam agressivos de acordo com a personalidade de seus proprietários.

No universo canino não existe democracia, mas sim hierarquia. Se não reconhecem um líder na matilha ou percebem sua fraqueza, tentam assumir o posto. É necessário deixar claro quem manda na casa. Para viver bem com o cão, o dono precisa estabelecer uma hierarquia. É inadmissível um animal dominar um homem. Mas a situação ocorre com freqüência. Se o cachorro for um líder por natureza, o dono terá muita dificuldade e vai precisar de ajuda profissional.

Ao subir no sofá, o cachorro tem de saber que está ali porque o dono permitiu. Para corrigir o animal, não adianta empregar o tom de quem fala com uma criança. Tudo na vida do cão é associado ou condicionado. Adote um tom firme e diferente do normal na bronca. A reprimenda só funciona se for dada imediatamente. O cachorro não consegue associar o erro depois de três segundos. Ralhe na hora certa, mas principalmente recompense o bom comportamento. As pessoas tendem a exagerar nas punições. É melhor exagerar na festa.

O cão pode ser livre para circular por todos os ambientes, mas deve respeitar sempre o espaço dos moradores.


Fonte: Revista Metrópole, 11/01/2009